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Pescadores devem estar atentos às regras mesmo com o fim do período da piracema

Professor Francisco de Arruda explica porque o período da piracema foi antecipado.

em 08/02/2018

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O professor, biólogo, doutor em ecologia e atual assessor especial do Meio Ambiente do Ministério Público, Francisco de Arruda Machado, falou em entrevista ao vivo no Jornal da Capital, sobre a piracema em Mato Grosso. Ele explica que a piracema serve para preservar a fase de maior intensidade reprodutiva dos peixes. Em Mato Grosso, o período da piracema acontecia entre os meses de novembro e fevereiro do ano seguinte. Porém, com base em estudos realizados sobre a desova de algumas espécies, o Conselho viu a necessidade de alterar este período, antecipando o início do defeso para outubro.

Vale ressaltar que mesmo com o fim do período da piracema, os pescadores devem estar atentos para as regras, como por exemplo, os seguintes apetrechos que são proibidos: tarrafa, rede, espinhel, cercado, covo, pari, fisga, gancho, garateia pelo processo de lambada, substâncias explosivas ou tóxicas, equipamento sonoro, elétrico ou luminoso. Entre as algumas das medidas mínimas dos peixes estão: piraputanga (30 cm), curimbatá e piavuçu (38 cm), pacu (45 cm), barbado (60 cm), cachara (80 cm), pintado (85 cm) e jaú (95 cm).  cidadão pode denunciar a pesca predatória e outros crimes ambientais à Ouvidoria Setorial da Sema: 0800-65-3838/ou via WhatsApp no (65) 99281-4144.

Ouça a entrevista no áudio abaixo:

 

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