Servidores do Estado são investigados por venderem lacres de tornozeleira eletrônica

São oito ordens judiciais.

em 10/10/2017

Oito ordens judiciais, sendo quatro mandados de busca e apreensão domiciliar  e quatro conduções coercitiva, expedidas em investigações que apuram indícios de comercialização de lacres falsos de tornozeleiras eletrônicas, foram cumpridos pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Judiciária Civil, na manhã desta terça-feira (10), em Cuiabá.

Tornozeleiras/Maria da Penha 

Lacres de tornozeleira estão sendo vendidas clandestinamente

Os investigados são servidores estaduais, que supostamente estariam recebendo vantagens indevidas para alterar dados do sistema de monitoramento eletrônico da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SEJUDH).

Conforme o delegado de polícia do GCCO, Diogo Santana Souza, as investigações começaram há cerca de três meses, estando apenas no início. “A ação deflagrada hoje  teve como principal objetivo apreender os aparelhos celulares dos investigados. Eles também foram conduzidos à Delegacia e serão interrogados acerca dos fatos. Os suspeitos poderão responder pelos crimes organização criminosa, corrupção passiva e extorsão”, disse o delegado de polícia.

Os indícios apontam um suposto esquema ilegal, envolvendo servidores que trabalham ou já trabalham no setor de monitoramento. Toda a investigação conta com o apoio da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SEJUDH). As ordens judiciais foram decretadas pela 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá.

 


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