Ação Pró-Amazônia lança instituto para promover negócios sustentáveis em Mato Grosso

A Fiemt realiza o lançamento oficial do Instituto no estado nesta quinta
Foto: Assessoria

Atrair grandes empresas para investimentos e parcerias com negócios sustentáveis: esse é o objetivo do Instituto Amazônia+21, uma iniciativa da Ação Pró- Amazônia – que congrega as federações de indústrias da região – com a participação da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) realiza o lançamento oficial do Instituto no estado nesta quinta-feira, 30, a partir das 8h.

O Amazônia+21 está sob a gestão do presidente de Federação das Indústrias de Rondônia (Fiero), Marcelo Thomé. Ele destaca que a iniciativa contempla uma pauta de negócios que enxerga na região o principal vetor de desenvolvimento sustentável do Brasil e da indústria verde brasileira. “Empresas do mundo todo procuram negócios sustentáveis e as maiores e melhores oportunidades estão aqui na região amazônica, por isso precisamos tomar a iniciativa, oferecer possibilidades e buscar conectar investidores com empresas locais e empreendimentos sustentáveis já instalados na Amazônia para realizar o nosso enorme potencial social, ambiental e econômico”, diz.

Processos de pesquisa, desenvolvimento e inovação na Amazônia compõem outro compromisso do Instituto Amazônia+21, para fomentar um novo ciclo econômico de capacitação de pessoas, melhorando o nível de competência profissional da população amazônica com foco na retenção desses talentos nas suas localidades. “Desenvolver pessoas para que atuem na região é um dos objetivos que queremos atingir”, comenta o presidente da Fiemt, Gustavo de Oliveira.

A Amazônia Legal é composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão.

Origem do Instituto

O mapeamento de soluções, oportunidades e perspectivas relacionadas ao desenvolvimento sustentável da Amazônia foi uma das principais pautas do Fórum Mundial Amazônia+21, evento promovido pela Fiero e Prefeitura Municipal de Porto Velho, em novembro de 2020, e que contou com a correalização da CNI e Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

O fórum reuniu especialistas, cientistas, empresas e representantes de vários governos, em debates e estudos que apontaram, entre outras oportunidades, tecnologia e inovação, bioeconomia, indústria verde e mercado de carbono como possibilidades estratégicas para o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia. “O Fórum nos mostrou demandas de empresas do Brasil e do mundo inteiro por negócios sustentáveis, então é com essa perspectiva que surge o Instituto Amazônia +21”, afirma Marcelo Thomé.

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