Outra medida adotada pelo Governo é quanto a uma enquete com pais e responsáveis para saber a opinião da população.

Governo do Estado amplia discussão sobre retomada das aulas

Tão logo reassumiu o comando da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), Gilberto Figueiredo esteve reunido com o governador Mauro Mendes e o secretário de Educação (SEDUC-MT), Alan Porto, para analisarem sobre o retorno das aulas nas escolas públicas do estado, previsto para fevereiro. Segundo o gestor, o governo irá ampliar o debate com segmentos e municípios e o novo anúncio será na próxima sexta-feira (16.01).

“O tema principal foi na área da educação, possibilidade de retornar ou não o ano letivo, como a Seduc tinha planejado. Só que nós temos experimentado um crescimento substancial no número de casos e há um aumento substancial na taxa de ocupação das UTIs. O governo vê com preocupação esse retorno das aulas e a decisão foi que vamos ampliar essa discussão com a comissão de saúde da assembleia, comissão de educação, com a categoria dos profissionais da educação, com os fóruns de debates”.

Segundo Figueiredo, o governador Mauro Mendes abrirá canal com a Associação Mato-grossense dos Municípios e com prefeitos. “Tudo isso pra gente tomar uma decisão e o governo anuncia na sexta-feira a decisão tomada. Então nós decidimos ampliar essa discussão com os outros segmentos”.

Enquete da Seduc

Outra medida adotada pelo Governo do Estado e anunciada pela Seduc foi quanto a uma enquete com pais e responsáveis para saber a opinião da população sobre o modelo mais adequado de retorno às aulas no mês de fevereiro em Mato Grosso.

Anúncio feito pela pasta nesta terça-feira (12) apontou que serão disponibilizadas três opções, sendo: presencial (100% alunos em sala de aula); híbrido (50% dos alunos em sala de aula com revezamento) e, por fim, não presencial (100% dos alunos em casa).

A enquete começa nesta terça-feira (12) e a votação será finalizada na quinta-feira (14), no site da Seduc (www.seduc.mt.gov.br).

Para votar, pais ou responsáveis e os profissionais da educação deverão informar o número do CPF, o município onde os filhos estudam ou onde o profissional está lotado, e no caso dos pais quantos filhos estão matriculados na rede estadual de ensino.

Votos com CPF inválidos ou repetidos não serão computados.

 “As aulas serão retomadas no dia 8 de fevereiro, mas o modelo vai depender da curva epidemiológica da Covid-19. Não vamos tomar nenhuma decisão irresponsável. Nossa maior preocupação é com a saúde dos nossos profissionais e alunos”, enfatiza o secretário Alan Porto.

 

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