Afirmou ainda que os números e dados a respeito do governo do tucano é público, ancorado em dados.

Gestão dele foi melancólica e não produziu nada positivo, diz Mendes sobre candidatura de Taques ao Senado

Por Gustavo Castro

Com a língua afiada e sem poupar críticas ao ex-governador de Mato Grosso, Pedro Taques (Solidariedade), que se colocou como candidato ao Senado nas eleições suplementares em novembro, o atual chefe do Executivo estadual, Mauro Mendes, afirmou que as urnas vai julgá-lo novamente, como aconteceu nos pleitos eleitorais em 2018, quando o ex-gestor ficou em 3º lugar.

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Segundo Mendes, a gestão de Taques foi 'melancólica' e não apresentou resultados positivos. Afirmou ainda que os números e dados a respeito do governo do tucano é público, ancorado em dados, e lembrou também que a governança foi marcada por escalonamento de salários dos servidores e, por muitas vezes, atrasos nos pagamentos a fornecedores.

"Ele pode responder por isso. Qualquer pessoa pode responder por aquilo que fez ou deixou de fazer. Ele vai disputar uma eleição, vai se apresentar, e ele vai, certamente, ser questionado por isso. Agora, tudo o que eu falei e o que eu falo é público. Aquilo é a mais absoluta verdade, ancorada em números e dados de amplo conhecimento, e quem não conhece, é só ver nas redes sociais, na internet, na imprensa ou dados oficiais que o que eu falei é a mais pura verdade”, pontuou em entrevista coletiva nesta segunda-feira (14) na abertura do plano de execução da Lei Aldir Blanc no Estado.

"A gestão dele não produziu resultados positivos. E o final dele foi melancólico, mas ele foi julgado nas urnas lá. Então, se ele quer um novo julgamento certamente a população dará, como dará a todos que se apresentarem aqueles que se colocam como candidatos", acrescentou o democrata.

Vale lembrar que nos pleitos eleitorais em 2018, o ex-governador Pedro Taques, que disputava a reeleição, ficou em 3º lugar, atrás até mesmo de Wellington Fagundes, e recebeu 19% dos votos. Neste ano, a executiva do Solidariedade, atual partido dele, o convenceu a sair como candidato ao Senado nos pleitos eleitorais em novembro. Taques está há 2 anos sumido e afirmou, em entrevista à imprensa, que ainda assim "acumula intenções de votos em pesquisas eleitorais". (Colaborou Adão de Oliveira, repórter do Jornal da Capital)

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