Governo determina que professores voltem ao trabalho presencial

Estado pretende voltar com 50% dos alunos em sala de aula

O governo de Mato Grosso determinou o retorno dos professores, que não fazem parte do grupo de risco, ao trabalho presencial, no entanto, manteve as aulas à distância. A nova portaria deve ser publicada no Diário Oficial do Estado que circula nesta segunda-feira (17).

As mudanças são apenas em relação aos profissionais que estavam, desde o início de março, dando aulas remotas em teletrabalho.

Conforme o documento, serão retomados apenas os plantões pedagógicos por agendamento e com a adoção de todas as medidas de biossegurança.

De acordo com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc-MT), também será retomado 100% do trabalho presencial na área administrativa das escolas estaduais, nas Diretorias Regionais de Ensino, nas assessorias pedagógicas e no Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial de Mato Grosso (Casies).

Na sede da Seduc-MT, em Cuiabá, o retorno 100% presencial dos servidores foi no início de maio com jornada das 8h às 18h.

A Seduc-MT informou que estuda a possibilidade do retorno das aulas na rede estadual de ensino, no sistema híbrido, para o início de junho, respeitando as medidas de biossegurança para evitar a disseminação do coronavírus.

Por causa da pandemia, desde o final do mês de março de 2020 as atividades de ensino ocorrem de maneira não presencial, com aulas online e uso de material didático impresso.

As escolas já estão para receber os estudantes com segurança, mas a data de retorno está condicionada à situação epidemiológica no Estado. A ideia é que a volta ocorra com 50% dos alunos em sala de aula, alternando a presença dos estudantes e dando prioridade aos anos iniciais.

Lei aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Mauro Mendes, que coloca a educação como serviço essencial durante a pandemia, prevê que os primeiros a retornarem às salas de aula serão os alunos que não possuem acesso à internet.

Segundo a secretaria, aos pais, está garantido o direito de escolher se o filho vai retornar à escola ou continuar os estudos apenas de forma não presencial.

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