Pantanal em risco: bioma à mercê da barbárie e do descaso

Tratar com competência da conservação do Pantanal é um sinal civilizatório da sociedade de Mato Grosso.

A seca que afetou o Pantanal de Mato Grosso em 2020, quadro agravado pelas queimadas criminosas que destruíram grandes áreas do bioma, deve se repetir também em 2021 e 2022. A avaliação é do engenheiro Frederico Guilherme de Moura Muller, ex-secretário do Meio Ambiente nas duas gestões do governador Dante de Oliveira. “O Pantanal precisa ser cuidado com mais atenção”, apela.

Segundo Frederico Muller, com a seca prevista, o risco de incêndios continuará alto. Por isso, recomenda, medidas urgentes já a partir de agora, entre elas a instalação de uma Brigada do Corpo de Bombeiros em Poconé, na região do Pantanal. 

Ele destaca a necessidade da adoção de medidas práticas, urgentes, preventivas, para evitar a repetição da tragédia ambiental que abalou a imagem do Brasil no exterior. É preciso reverter a imagem que ficou para o mundo: a imagem do descaso de Mato Grosso com um bioma que é Patrimônio Mundial. 

Comentário:  Pantanal tem que entrar urgente na pauta dos agentes públicos de todos os setores do estado com poder de ação. Tratar com competência da conservação do Pantanal é um sinal civilizatório da sociedade de Mato Grosso.

 

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